Shut the fuck up and listen!

Falsas promessas

“Desculpas a toda a galera que lê este blog, mas a frequência de atualizações vai ser bem pequena. A vida de estudante e estágiário tomaram meu precioso tempo. Mas sempre que eu puder eu venho aqui. Ciao!”

Podem me chamar de mentiroso, salafrário, canalha, corno, filho da puta e, por que não, político brasileiro; mas a verdade é que não cumpri o que prometi no distante dia 21 de setembro do ano que se passou. Mas deixem de choramingar e ouvir Linkin Park enquanto dão a bunda fazem nada na internet.

Tem tanta coisa para se falar, né? Então verei se coloco coisinhas aqui, mas não com uma regularidade de um tablóide, nem com a falta de frequência de um professor da rede estadual de ensino cearense.

Aliás, é melhor não prometer nada. Aguardem novidades.

E GOOOOOOOOOOLLLLL DO FLAMENGO!

Fast ones

Dia de domingo e passagem mais barata combinadas não produzem resultados saudáveis. Ir em um ônibus lotado de farofeiros é castigo, principalmente me ouvir este tipo de diálogo:

- Se segura, muié!

- Mas aonde, hômi?

- Segura no meu pau!

Isso em voz alta em pleno ônibus lotado. Quando todo mundo olha para eles, ele completa:

- …no pau aqui do ônibus. Não vai pensar besteira!

Ninguém pensou, cara. Ninguém.

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E na parada de ônibus, tinha uma mulher do meu lado com uns trinta anos, mas com 25% disso de idade mental. Enquanto eu esperava a condução, lá vai ela pro asfalto, aos berros e acenando feito uma louca:

- Ei, DIRIGIDOR! Pára o ônibus!!!

Vergonha alheia em nível máximo.

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Desculpas a toda a galera que lê este blog, mas a frequência de atualizações vai ser bem pequena. A vida de estudante e estágiário tomaram meu precioso tempo. Mas sempre que eu puder eu venho aqui. Ciao!

Humor negro

Escravo.

Eu não vou perder meu tempo mostrando a definição desta palavra, pois se você tem um mínimo de conhecimento da vida, deve saber do que se trata. É considerado algo pejorativo e repudiado, algo que jamais deve ser dito e jamais proferido a alguém.

Só que este idiota que vos fala acabou cometendo esta besteira. Acabei chamando uma pessoa de “escravo”, e com um agravante: esta pessoa era “negra”.

Era para ser apenas um trote para recepcionar os calouros, mas virou um sufrágio. Na hora que este ia ser “batizado” (para quem não sabe, é se ajoelhar no chão e tomar alguns segundos de cachaça direto da garrafa) acabei soltando um grito impensado de “escravo”. Outros acabaram repetindo o mesmo grito ou criando algo similar (como “olodum” ou “timbalada”), mas o escravo soou mais forte. Na hora foi só risada e alegria, tanto que o que recebeu este termo nem ligou para o que falavam e continuou na festa, bebeu alegremente e ficou extremamente “bodado” depois de tantas doses etílicas.

A história poderia ter terminado aqui, mas não foi bem assim.

No grupo eletrônico de discussão (aqueles e-mails de grupos), postou-se uma crítica, de alguém que se diz moralista, mas que na verdade é uma pessoa sectária e, por consequência disso, idiota. E foi lembrado, por outros alunos, o caso do “escravo”, dizendo quanto isso foi pejorativo. Eu, como não sou covarde, falei que fui eu que comecei isto, que pedi desculpas sinceras ao que foi “ofendido” e que este aceitou elas, dizendo ainda que aquilo não foi nada demais, que fazia parte do espírito da festa.

Mas como este mundo de merda não permite coisas simples, logo apareceram os “justiceiros”, me condenando com extrema força por algo que já havia sido diplomaticamente resolvido. Agora eu que vou ser vítima de um preconceito implícito dentro do ambiente de estudo. Vai ser foda ver todos que passarem por você querendo negar um papo, uma trovca de informaçoes ou um diálogo saudável por que eu é um racista.

Vão ser longos meses…

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Estive pensando enquanto rolava este debate, em que eu vou perder muitas coisas, sobre qual é a vantagem de ser “branco”.

Aliás, se vocês leitores repararam, lá no segundo (ou terceiro, não importa) parágrafo que eu coloquei “esta pessoa é “negra”“, este negra, entre aspas, é importante. Por que é sabido cientificamente que não existe uma raça branca ou negra, amarela ou vermelha, e sim uma raça única, a homo sapiens, que a razão da quantidade de melanina que o indivíduo tem em sua pele faça alguma diferença no seu desenvolvimento  físico e mental. Raça superior ou inferior é coisa de gente sectarista, que só quer dividir a sociedade em vez da necessidade última de unificá-la.

E ser “branco” é ser superior? Ter uma pele fraca contra as crescentes quantidades de radiação do Sol, com risco de ter um câncer de pele? Ter doenças que outra “raça” não teria? Fora que ser branquelo é ser alvo de zoação (quer exemplos? “esqueceram você na máquina de lavar?” “qual é o sabonete que você usa? vinha com cloro na composição?” “branquelo não se bronzeia, vira camarão!”)?

Enquanto isso a “raça inferior” faz o quê? Mostra de que é feito. Só ver estas últimas olimpíadas o tanto de “negros” assombrando o mundo com o seu vigor e sua força. Usain Bolt, Kobe Bryant, dentre outros… dá para dizer que eles são inferiores?

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E se tem algo pior do que o preconceito racial é o preconceito social. Não importa o que você seja, você será destratado de uma maneira silenciosa, porém dura. E é o que vou sofrer nos próximos tempos, pelo preconceito de ser culpado por um erro, mesmo que este já tenha sido sanado de maneira simples.

E antes que digam “ah, mas você não sabe o que é preconceito” te respondo com firmeza: SIM, eu já fui alvo de preconceito! Vocês sabem o que é bullying? Então procurem saber, o Google está aí para isso. Sabe o que é sofrer durante TODA a sua infância e ter sua adolescência prejudicada por causa disso???

Esta é minha defesa. Usem-a de maneira correta e igual para todos.

Post 85

RBD anuncia separação e turnê de despedida.

Agora sim o mundo vai pra frente.

Amém!

One of these days…

O ano? Era 2007, eu acho Agora lembrei, era 2006. Como houvera greve universitária meses antes as aulas se arrastavam em fevereiro, quando eram para terem terminado em novembro. Um calor filho da puta em uma sala com dois ar-condiconados, um eternamente quebrado e outro que jogava ar para o teto. E era ar quente.

Era um projeto para ser feito, nem era arquitetura. Era de urbanismo, o primeiro de uma longa série. A proposta era teoricamente simples, mas, na prática, devido aos nossos governantes sanguessugas, um idéia inexecutável. Consistia em reurbaizar uma faixa de aproximadamente oito a dez quilômetros da região de praias “nobres” de Fortaleza (se as “nobres” já estão em situação crítica, imagine as outras?).

A professora era uma excelente arquiteta (e urbanista, claro) mas uma novata como mestra. Pegou uma turma que era um barril de pólvora que logo explodiria em um ritual de discórdia e falsidade que se arrasta até hoje. Ela, coitada, resolveu dividir a turma, com uns dezessete elementos, em quatro grupos. Como eu não fazia parte de nenhuma panelinha ou grupo associado, fiquei na equipe “das sobras”, e desta equipe saiu uma das estórias que farei questão de contar para os meus filhos (se eu não me submeter a uma vasectomia antes).

Eram três companheiros de equipe: O primeiro era o Yuri, que depois desta épica passagem, se tornaria o meu braço direito e o esquerdo também, como vou explicar mais a frente. O segundo era o Danieu. Sim! DanieU, com “U” no final, como ele gosta de ser chamado. Era É o maior fanfarrão que eu já conheci, um bon-vivant, que se vangloria de ter ficado, namorado ou comido metade das meninas da faculdade, e ainda não se dá por satisfeito de não ter pego a outra metade. Adora festas e não gosta da arquitetura, ou pelo menos da parte chata dela (desenhar projetos, comprar material, etc.), limitando-se a algumas contribuições filosóficas e idealistas.

Este, pelo menos, teve a hombridade de chegar para mim e dizer que não conseguia contribuir com a equipe e que ia se retirar, sendo assim reprovado na cadeira. Este pelo menos deixou de segurar o abacaxi espinhudo que me apavorou durante cerca de um mês.

Um mês difícil de esquecer.

O nome dela era Dayana. Extremamente mal falada por todos, por ser o tipo que na internet seria facilmente chamada de “comentarista que não sabe ouvir um não”. Mas o pior eu iria descobrir durante a execução do projeto. Eu com os papéis-manteiga e esquadros na mão pronto para começar quando ela chega e pergunta:

- O que é que tem que fazer mesmo?

Sim, ela estava em uma cadeira de projeto e não sabia o que tinha que fazer! Eu expliquei que era para desenhar as ruas e tal. Mas ela retrucou:

- E aí, como eu vou fazer isso?

A cabeça vai inchando. Até uma criança sabe que um projeto de uma cidade, ou pelo menos parte dela, precisa-se desenhar as ruas, as praças, as calçadas, enfim. E ela nunca havia feito um desenho sequer!  Já havia sido reprovada na primeira cadeira de desenho várias vezes! Mas ela parecia uma garrafa de plástico bioando no rio tietê, sem saber de nada, até que solta aquela desculpa “eu vou tomar um café ali e já volto”. Vocês devem saber que quem diz isso em 90% dos casos não volta, é fato.

Depois de muitos dias e muitos “cafés”, ela não havia feito nada, diferente de mim e do Yuri, que trabalhamos feito escravos e depois de praticamente esfolarmos nossas mãos, o projeto estava pronto.

Eis que no dia da apresentação aparece Dayana com aquela carapuça loira artificial e uma cara de cínica que povoa os meus mais tenebrosos pesadelos. Todos estavam reunidos em torno das nossas pranchas , tratados como filhos recém-nascidos. Momentos antes de começar a apresentação, ela solta esta frase, o estopim de uma guerra:

- E aí, o que é que eu vou apresentar?

O sangue ferveu! Me lembro que apresentei aquela bagaça com uma voz quase gutural, me segurando para não voar no pescoço daquela puta vadia. A professora via nos meu olhos a fúria de ter que ver uma vagabunda se aproveitando da força alheia para se deliciar, e, depois de tudo, reprovou a cadela com tudo que tinha direito. Isso acalmou minha alma nórdica e coloquei a professorinha em um lugar especial no meu coração (tá, podia ser em um lugar mais “prazeroso”, mas… eu não era aquilo que ela desejava…).

Minha felicidade aumentou quando soube que ela não voltaria mais. Seriam anos de tranquilidade, e os bons ventos ainda trouxeram uma turma cheia de garotas lindas no semestre posterior. Que maravilha!

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Mas como diz a primeira lei de Murphy, “não há nada tão ruim que não possa piorar”, depois de dois anos, ELA ESTÁ DE VOLTA! E se enturmando justamente com a turma das garotas lindas (e dos caras mais sem-noção para cantadas em festas). Por isso eu lanço o meu alerta com o DIABO que está invadindo o nosso bom convívio. Destruam a ameça antes que história aí de cima se repita ou aconteça algo pior!

Volto quando eu puder para mais coisas inúteis. Bjo bjo!

Infantilidades geriátricas

Seres de meia-idade, ou “quase velhos” se preferir, são todos igauis em um ponto: na arte de encabular os mais jovens. Não podem ver um garoto e uma garota, que sejam de famílias diferentes (ou não), em um mesmo ambiente, que já começam com os “casamentos arrumados”.

O caso de hoje foi em um típico dia dos pais, em que eu, este blogueiro de merda intrépido, vai à casa de seu pai para as cordialidades em que o dia há de mostrar. Seria a programação mais simples: ir à casa, dar os parabéns ao genitor, almoçar algum prato especial com toda as boas intenções mas sem uma mínima originalidade (leia-se lasanha) e depois cair fora. Tarefa simples, não é?

Era, se não fossem os convidados. Eram apenas dois, ou melhor, duas. Era uma amiga da atual mulher de meu pai somada a sua filha. E o velho todo serelepe (gíria tão idosa quanto ele) querendo que eu me “roçasse” para cima dela:

- Mas oooooooollllllhaaaaaaaaaaaaaaa… Yu, olha que belezinha este pitéu (ai, meu pâncreas!), rapaz!

Em uma rápida olhada de dois segundos fiz uma análise: ela é tipo o que chamam de “raimunda”, não tem um rosto bonito (mas também não é um dragão chinês) mas tem um corpo curvilíneo e violeiro. O que mais se notava eram o tamanho desproporcional dos seios em relação ao corpo, tanto que ela usava aqueles sutiãs de alça larga, para gestantes. Mas o que me chamou atenção mesmo foram o número de arranhões e cicatrizes nos ombros e costas visíveis. Ao que me parece, esta garota com seus 20 e poucos anos deve ter “dado” na sua primeira vez em um muro de chapisco de cimento ou em uma cerca de arame farpado, aos berros gritando “ohhhh yes, this is jackass!”.

Enfim, voltando à linha narrativa inicial: Enquanto meu pai fica virando copo atrás de copo de cerva, eu vou me deliciar no tira-gosto. Eis que ele solta mais uma dele:

- Ei, Yu. Você não acha este filézinho (ouch!) uma delicía? Por que você não vai dar umas bitocas (too old!) nela?

Vendo o meu silêncio e minha cara toda rubra, ele completa:

- Não liga não, minha querida. Ele é só meio encabulado…

E eu começo a pensar: Quem é a criança da história? O jovem que não quer virar mais um mané, apesar que poderia pegar uma garota? Ou seria o pai que só quer exibir que seu filho é o macho pegador, que pega qualquer uma que veja pela frente, só para massager seu ego?

Ainda vai chegar o dia que ele vai ouvir umas verdades. Não sou, nunca fui e jamais serei gay, mas São Jorge também não. Eu não posso decepcionar a minha linhagem!

Casamento? Jamais!

Me perguntaram em um deste dias se eu pretendia, em um futuro próximo, me casar. A resposta? Um curto e grosso “não”. Por quê? Por que não, oras.

Eu já vi vários casamentos onde a noiva entra radiante de tanta felicidade. Não é pra menos. Ela conseguiu prender o noivo dentro de uma gaiola invisível e intocável, e para escapar é muito complicado (é só ver a “felicidade” do noivo). Sabe aquela piadinha do “por quê a noiva entra de branco e o noivo de preto”? É bem por aí.

Aquele “não” no início do post é uma resposta curta, mas os meandros que levam a ela justificam tanta negação. Para começar, olhe os exemplos da nossa sociedade: O número de divórcios cresce todos os anos, fora aqueles que entram em litígio judicial (para os burros leigos: que não é resolvido “na paz” e vai para a vara judicial, sem trocadilhos).

E os casamentos de fachada? Se você viu aquela propaganda da cerveja Nobel, não aquela daquela que não liga depois de “dar” ou a do charuto, e sim a que se refere ao casamento pode entender. Tem gente que vive com quem não ama só por ’status’ ou por pura vergonha de chutar o balde. São dez, vinte, trinta, cinquenta anos aturando um chato(a) dividindo sua cama, o cúmulo para o ser egoísta que vive dentro de cada um de nós (também conhecido como o ego argentino).

Fora os mau exemplos que eu vejo, como, por exemplo, os casamentos-relâmpago: O cara conhece a mina e ele afirma que é a mulher da vida dele, namoram por menos de três meses e já querem se casar, montam planos mirabolantes para o futuro e para um casamento faraônico, onde os pais vão gastar uma grana alta para forrar o bucho de duas ou três centenas de convidados, fora a igreja e suas taxas abusivas para tudo. Depois dessa porra toda e da lua-de-mel, um mês depois o casamento simplesmente acaba! O casal se odeia, não querem ver um ou outro nem “pintados de ouro”, como duas crianças birrentas. Isso lá é estímulo para casamento?

E ainda tem que se considerar que o casamento é, praticamente, uma sentença de prisão perpétua! Você deixaria a sua vida social, os seus amigos, as suas baladas, viagens e, no caso dos homens, suas “escapadas”? É difícil você ter que ficar na rotina de ver seu parceiro todos os dias do resto da sua vida, vendo que este vai ficando mais feio, mais gordo e mais chato!

E quando tem filho no meio? Não sei quem disse, mas “o primeiro sinal do início do fim de qualquer casamento é no primeiro choro na madrugada da sua cria” é um fato! E os problemas crescem com a idade, junto com os gastospara sustentá-lo…

Porra, como eu ia esquecer o combustível deste motor beberrão? O dinheiro é o que mantém o casamento! Sem dinheiro o “amor” acaba e começa a briga. Já viu que a maioria dos casais que chegam as míticas bodas de ouro são finaceiramente tranquilos? Alguém já viu um casal que mora na favela que chegue às mesmas bodas? Eu nunca vi. E se já é difícil se sustentar sozinho, quanto mais acompanhado por uma velha feia e rabugenta?

Para finalizar, o caro leitor pode sucintar uma pergunta infantil, mas necessária: Onde está o amor? Bem, eu não sou o cara correto para falar de amor, aliás, niguém o é, senão teríamos vários especilistas em assuntos do amor em colunas de jornais e televisão. Mas por causa de uma sede de interesses falta aqule sentimento de amizade entre amantes, por que antes deles serem um casal de idiotas, eles eram um casal de amigos, mas isso ninguém lembra na hora de partilhar os bens.

Sabe qual é a melhor dica: Namore a vida inteira, mesmo que seja com um(a) mesmo(a) parceiro(a) para o resto da vida e façam deste relacionamento uma grande festa. Eu só não posso entrar em detalhes por desconhecimento neste assunto.

E fuja da igreja a qualquer custo, a não ser se você quiser trepar em suas escadarias. Vai lá campeão!

It makes me wonder…

Saudades de mim? Não, né? Não importa. Eu voltei, agora com uma série crítica as “coisas” do mundo (como se eu nunca tivesse feito isso). Eu dei um nome a este post inspirado na música do Led Zeppelin, Stairway to Heaven. E antes que você diga que é um clichê, eu fiquei mais centrado na frase “and it makes me wonder”, que significa “e isto me faz pensar”, para você que ficava passando recadinhos para aquele(a) amiguinho(a) durante as aulas de Inglês.

Então vamos começar com esta porra, vamos?

O tema de hoje é a arte. Arte? Arte! Desde aquela pintura que você fazia com as mãos no jardim de infância enquanto comia a cola branca, até aquele quadro de Monet que vale milhões de euros exposto no Louvre. Arte que é dividida em sete, que recebem prêmios, análises, editoriais e críticas. Mas afinal, o que é arte? Antes que você vá lá na wikipedia saber a definição, pense bem: o que é arte para você?

Talvez o conceito de arte da grande maioria dos seres letrados seja aquele europeu, das pinturas, esculturas e outros troços que você tenha visto nos livros de história. Bonito é um quadro de Van Gogh ou uma escultura de Michelângelo – você, leitor assíduo, tentaria me responder. Mas é o que você acha?

Tambem tem gente que é de vanguarda, modernista, gosta da arte de outra forma. Acha que um bolo fecal em decomposição é arte, ou que um vídeo de um boquete muito bem dado pela Heather Brooke (procure no Google, preguiçoso!) é algo digno de um Oscar. Mas é o que você acha?

E a música? O belo para os ouvidos é uma ária de Bach, uma música dos Beatles ou uma dança do Créu? Cinema? Depende do estilo e do lugar, se é normal ou pornográfico?

Eu, na minha humilde opinião, acho que arte, como conceito, é inexistente. É que nem decoração de interiores: Não se vai pelo conceito, mas sim pelo gosto. Não adianta querer convencer uma pessoa de que cores claras aumentam um espaço e mesmo assim pintar as paredes de preto, da mesma forma que esta preferiria colocar um quadro da “Última Ceia” de da Vinci a uma “Nenúfares” de Monet só por que uma tem Jesus e a outra não.

E penso também como deve ser foda para alguém que vive como “artista”. Ter que seguir um estilo para não fugir das suas “virtudes acadêmicas”, mas ter que se prostituir só para conseguir alguns trocados. E ainda pode passar pela cabeça o fato de ser algo “além de sua época”, que talvez suas obras só sejam valorizadas daqui a uns três séculos. Van Gogh deve bater o restos dos seus ossos de tanto remorso.

Então, o que é arte para você? Nada?

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Eu prometi no começo do ano que eu iria fazer resenhas de filmes. Esqueçam isso. Tem gente melhor que o fará com maior maestria. Mas eu vou deixar as minhas impressôes em alguns longas-metragens que vão surgindo por aí, com o padrão “Piores do Mundo” de má qualidade.

Se você ainda não viu, pare aqui e vá assitir, por que vale muito a pena. Se já viu, clique no link abaixo e continue lendo.

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