Casamento? Jamais!

Me perguntaram em um deste dias se eu pretendia, em um futuro próximo, me casar. A resposta? Um curto e grosso “não”. Por quê? Por que não, oras.

Eu já vi vários casamentos onde a noiva entra radiante de tanta felicidade. Não é pra menos. Ela conseguiu prender o noivo dentro de uma gaiola invisível e intocável, e para escapar é muito complicado (é só ver a “felicidade” do noivo). Sabe aquela piadinha do “por quê a noiva entra de branco e o noivo de preto”? É bem por aí.

Aquele “não” no início do post é uma resposta curta, mas os meandros que levam a ela justificam tanta negação. Para começar, olhe os exemplos da nossa sociedade: O número de divórcios cresce todos os anos, fora aqueles que entram em litígio judicial (para os burros leigos: que não é resolvido “na paz” e vai para a vara judicial, sem trocadilhos).

E os casamentos de fachada? Se você viu aquela propaganda da cerveja Nobel, não aquela daquela que não liga depois de “dar” ou a do charuto, e sim a que se refere ao casamento pode entender. Tem gente que vive com quem não ama só por ’status’ ou por pura vergonha de chutar o balde. São dez, vinte, trinta, cinquenta anos aturando um chato(a) dividindo sua cama, o cúmulo para o ser egoísta que vive dentro de cada um de nós (também conhecido como o ego argentino).

Fora os mau exemplos que eu vejo, como, por exemplo, os casamentos-relâmpago: O cara conhece a mina e ele afirma que é a mulher da vida dele, namoram por menos de três meses e já querem se casar, montam planos mirabolantes para o futuro e para um casamento faraônico, onde os pais vão gastar uma grana alta para forrar o bucho de duas ou três centenas de convidados, fora a igreja e suas taxas abusivas para tudo. Depois dessa porra toda e da lua-de-mel, um mês depois o casamento simplesmente acaba! O casal se odeia, não querem ver um ou outro nem “pintados de ouro”, como duas crianças birrentas. Isso lá é estímulo para casamento?

E ainda tem que se considerar que o casamento é, praticamente, uma sentença de prisão perpétua! Você deixaria a sua vida social, os seus amigos, as suas baladas, viagens e, no caso dos homens, suas “escapadas”? É difícil você ter que ficar na rotina de ver seu parceiro todos os dias do resto da sua vida, vendo que este vai ficando mais feio, mais gordo e mais chato!

E quando tem filho no meio? Não sei quem disse, mas “o primeiro sinal do início do fim de qualquer casamento é no primeiro choro na madrugada da sua cria” é um fato! E os problemas crescem com a idade, junto com os gastospara sustentá-lo…

Porra, como eu ia esquecer o combustível deste motor beberrão? O dinheiro é o que mantém o casamento! Sem dinheiro o “amor” acaba e começa a briga. Já viu que a maioria dos casais que chegam as míticas bodas de ouro são finaceiramente tranquilos? Alguém já viu um casal que mora na favela que chegue às mesmas bodas? Eu nunca vi. E se já é difícil se sustentar sozinho, quanto mais acompanhado por uma velha feia e rabugenta?

Para finalizar, o caro leitor pode sucintar uma pergunta infantil, mas necessária: Onde está o amor? Bem, eu não sou o cara correto para falar de amor, aliás, niguém o é, senão teríamos vários especilistas em assuntos do amor em colunas de jornais e televisão. Mas por causa de uma sede de interesses falta aqule sentimento de amizade entre amantes, por que antes deles serem um casal de idiotas, eles eram um casal de amigos, mas isso ninguém lembra na hora de partilhar os bens.

Sabe qual é a melhor dica: Namore a vida inteira, mesmo que seja com um(a) mesmo(a) parceiro(a) para o resto da vida e façam deste relacionamento uma grande festa. Eu só não posso entrar em detalhes por desconhecimento neste assunto.

E fuja da igreja a qualquer custo, a não ser se você quiser trepar em suas escadarias. Vai lá campeão!

It makes me wonder…

Saudades de mim? Não, né? Não importa. Eu voltei, agora com uma série crítica as “coisas” do mundo (como se eu nunca tivesse feito isso). Eu dei um nome a este post inspirado na música do Led Zeppelin, Stairway to Heaven. E antes que você diga que é um clichê, eu fiquei mais centrado na frase “and it makes me wonder”, que significa “e isto me faz pensar”, para você que ficava passando recadinhos para aquele(a) amiguinho(a) durante as aulas de Inglês.

Então vamos começar com esta porra, vamos?

O tema de hoje é a arte. Arte? Arte! Desde aquela pintura que você fazia com as mãos no jardim de infância enquanto comia a cola branca, até aquele quadro de Monet que vale milhões de euros exposto no Louvre. Arte que é dividida em sete, que recebem prêmios, análises, editoriais e críticas. Mas afinal, o que é arte? Antes que você vá lá na wikipedia saber a definição, pense bem: o que é arte para você?

Talvez o conceito de arte da grande maioria dos seres letrados seja aquele europeu, das pinturas, esculturas e outros troços que você tenha visto nos livros de história. Bonito é um quadro de Van Gogh ou uma escultura de Michelângelo - você, leitor assíduo, tentaria me responder. Mas é o que você acha?

Tambem tem gente que é de vanguarda, modernista, gosta da arte de outra forma. Acha que um bolo fecal em decomposição é arte, ou que um vídeo de um boquete muito bem dado pela Heather Brooke (procure no Google, preguiçoso!) é algo digno de um Oscar. Mas é o que você acha?

E a música? O belo para os ouvidos é uma ária de Bach, uma música dos Beatles ou uma dança do Créu? Cinema? Depende do estilo e do lugar, se é normal ou pornográfico?

Eu, na minha humilde opinião, acho que arte, como conceito, é inexistente. É que nem decoração de interiores: Não se vai pelo conceito, mas sim pelo gosto. Não adianta querer convencer uma pessoa de que cores claras aumentam um espaço e mesmo assim pintar as paredes de preto, da mesma forma que esta preferiria colocar um quadro da “Última Ceia” de da Vinci a uma “Nenúfares” de Monet só por que uma tem Jesus e a outra não.

E penso também como deve ser foda para alguém que vive como “artista”. Ter que seguir um estilo para não fugir das suas “virtudes acadêmicas”, mas ter que se prostituir só para conseguir alguns trocados. E ainda pode passar pela cabeça o fato de ser algo “além de sua época”, que talvez suas obras só sejam valorizadas daqui a uns três séculos. Van Gogh deve bater o restos dos seus ossos de tanto remorso.

Então, o que é arte para você? Nada?

wall-e

Eu prometi no começo do ano que eu iria fazer resenhas de filmes. Esqueçam isso. Tem gente melhor que o fará com maior maestria. Mas eu vou deixar as minhas impressôes em alguns longas-metragens que vão surgindo por aí, com o padrão “Piores do Mundo” de má qualidade.

Se você ainda não viu, pare aqui e vá assitir, por que vale muito a pena. Se já viu, clique no link abaixo e continue lendo.

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Pequenos times grandes (ou “vice”-versa)

Como diria o Galvão Bueno: “É… amigo…”.

O Fluminense perdeu a taça Libertadores. Tá bom que o juiz é ruim pra cacete, que o LDU jogou relativamente bem e que o time de várz… quero dizer, o time das Laranjeiras foi atrás da cagada lá nas alturas de Quito e virou o jogo.

Mas, no final das contas, o Fluminense perdeu. E perdeu feio. Seria melhor ter tomado de goleada do que perder três pênaltis de maneira tão crassa. Ter um “coração valente” não é necessariamente ter um pé calibrado.

E se você, torcedor tricolor, estiver arrasado, chorando pelos cantos, não se desespere. Você pode se orgulhar em dizer que você chegou, pelo menos, a uma final de uma Libertadores da América, diferente de uns certos filhos da puta que tem a audácia de dizer que foram campeões do mundo.

Voltemos a programação normal.

Edit: Quem aposta que a Globo vai transmitir a final do mundial de clubes, que provavelmente será Manchester United vs. LDU? E com oba-oba e confete, literalmente chupando as bolas de Anderson, Cristiano Ronaldo, Van der Sar, Tevez (!!!) e Rooney? Ah… só o tempo vai nos dizer…

Agora sim voltemos a programação normal. Boa Noite.

Exercício de imaginação

Imagine a seleção brasileira fora de uma copa do mundo. E imagine a tristeza da Rede Globo, ou o marasmo do Galvão Bueno narrando, por exemplo, Togo vs. Nova Zelândia. Imagine também a freada da economia, por que ninguém estará disposto a comprar aquela tela plasma de 42 polegadas ou os ingredientes de uma grande churrascada.

Ontem, a seleção brasileira fez uma atuação de MERDA, sem objetividade e cheio de “síndrome de herói”, com atacantes fominhas e volantes que rodam feito baratas tontas.

Em um jogo que Messi, atacante argentino, saiu aplaudido pela torcida adversária. E a cabeça do técnico brasileiro foi pedida pela torcida. Difícil foram os técnincos de sonoplastia esconderem o “Ei, Dunga! Vai tomar no cu!”.

Para quem assistiu, horas antes, Rússia e Suécia, percebeu que atualemnte há uma inversão de papéis, já que a Rússia jogou como a seleção brasileira, para frente, com habilidade e sem medo. Coisa que esta seleçãozinha de merda não tem faz tempo.

Alías, vá assitir a Eurocopa. As quartas-de-final só vai ter jogão. Ou qualquer coisa melhor do que ver 11 retardados de amarelo brincando de “dois toques”.

Chamadas tendenciosas

No intervalo do jogo Áustria vs. Alemanha pela Eurocopa 2008, na Rede Record, a chamada:

“Amanhã, às 15:30, o jogo dos desesperados: França e Itália! Os le bleus vão com as cabeças contra a esquadra azzurra valendo a sobrevivência na Euro2008..”

“Com as cabeças”, é?

Senhores, reservem suas cervejas. Por que amanhã, em Zürich, teremos uma ótima tourada!

Matuto cosmopolita

Já que é época junina, tempo de arraiás, comidas típicas, a galera vestida de matutos… matutos? Na verdade é apenas uma foram de assumir a sua verdadeira forma, comparável a uma bichinha vestir roupas de mulher e virar uma cross-dresser.

Você acha que morar na cidade é sinônimo de gente moderna, descolada? Que tem mais educação do que aqueles jeca-tatus do interiorrrr (com aquele sotaque carregado)? Bem… não é bem isso o que acontece na realidade?

Morar nesta cidade de merda evidencia o passado interiorano de cerca de 70% de seus residentes. Se você mora nesta cidade, deve conhecer um bocado de amigos ou conhecidos que tem parentes próximos que vieram das tantas cidades distantes da grande metrópole. Tanto que em época de eleições municipais a capital fica bem mais vazia do povão que vão votar em seus “domicílios eleitorais”.

Bem que podiam ficar lá para sempre, não é?

Por que os hábitos que a matutada trouxe para a vida citadina foram devastadores. Esta cidade poderia ser bem melhor sem estas pessoas burras, amorais e acéfalas. Quer que eu diga as merdas que eles trouxeram?

Então vamos lá:

Cuspir no chão: Imagine só: você está andando na rua tranqüilamente e, vindo na sua direção, algum puto qualquer. Eis que este cara dá aquela puxada de ar, vindo com ela uma carga considerável de muco, e este vindo de um pulmão escuro e tuberculoso. Puxa a porra toda para a garganta, soltando aquele som inconfundível e com a força que resta, cospe a catarrada. A massa meio esverdeada, meio amarela é atirada a poucos de metros de você. Sentiu nojo? Agora imagine várias pessoas fazendo o mesmo, soltando escarradas dentro de carros, ônibus, táxis ou até dentro de casa! Êta povo porco e sem noção!

Falta de etiqueta: Hora do “rush”, ônibus lotado. Então sobe no veículo aquele tiozão, provavelmente um mecânico ou um feirante, gordo e cheio de “pizza no sovaco”, bem fedorenta por sinal, com a camisa desabotoada até o quinto botão, mostrando a sua floresta amazônica devastada. E ele vai avançando, dando aquela fungada para que o catarro não desça o nariz, força o espaço mínimo do ônibus para soltar aquela cusparada (ou gusparada, para os sulistas) pra fora e, dependendo do senso de putaria, aproveita as curvas e freadas é dá as famosas “pinadas” nas mulheres com aqueles bundas salientes (e provocantes).

Fora isso tudo, junte a falta de sensação de que o próprio ocupa espaço no veículo. Não respeita os limites da física e comprime contra as malditas barras metálicas, com sua barriga de cerveja reforçada com poliuretano, os pobres corpos cansados de tanto trabalho. Alívio maior quando o puto sai, sem antes testar a suspensão do ônibus, dando aquela balançada lateral no veículo. O foda, no final das contas é que o fedor fica e faz o resto da viagem ser tão ruim como começou.

Sentar na calçada: Isso nos bairros mais chiques você não vê mais, mas quanto mais se afasta do centro econômico, mais isso fica explícito. Quem nunca viu ou sentou junto com a família ou os amigos na calçada? Mas, como tudo na vida, tem o lado bom e o ruim: O bom é que, arquitetonicamente falando, a rua ganha “olhos” e deixa de ser “cega”, que é o grande problema das cidades brasileiras. O ruim? O que é que as velhas mais fazem enquanto estão sentadas nas calçadas? Fazer comentários da vida alheia, a tão maldita e abominável fofoca.

Frente de ônibus: Nessas horas que eu odeio ser pobre (pobre o suficiente para não ter um carro). Já não basta pegar o ônibus com todo o tipo de gente, que nem o que eu falei aí em cima, fora ter que ouvir (caso não tenha um santo mp3 player em mãos) aquelas músicas-lixo nos alto-falantes. Pior do que tudo isso é ter que abrir caminho entre aquele monte de velhos que estão perdidos querendo só saber “onde é que fica a parada da receita federal” e, por causa deles você tem que descer vinte quarteirões depois, depois de levar uma bronca por causa da sua mochila que deslocou a sétima vértebra de um puto velho. Pode perceber que todos os ônibus são levemente pendentes pra a dianteira, por que nenhum destes matutos podem ficar distribuídos na porra da condução. Gente burra do caralho.

Botecos: Não é aqueles mercadinhos que vendem de tudo um pouco ou aqueles barzinhos dignos em bairros nobres. É boteco mesmo, fedido, que só tem álcool nas prateleiras, desde as cachaças, seja ypióca, sapupara ou douradinha, até chegar nos velhos barreiros, 51’s ou o etílico 96%, para limpar os balcões de madeira cheios de vômito dos tantos bêbados. Na radiola, só música brega e arrastada, falando da dor de ser corno e daquela vadia que foi embora. E se tem mulher é pior ainda, já que, como já dissera um dos meus professores, “aquilo não é mulher, nem deve ser considerado como gente”. Resumindo: a mais baixa condição humana que existe. Herança do interior cachaceiro, adaptado e fodido pela cidade grande.

Pee on the street: Tão nojento e repudiável do que as dondocas levarem seus “poodles” e “bassets” para passear, deixarem aqueles cães filhos da puta cagarem nas calçadas e não recolher a merda, deixando como ímãs para os sapatos dos distraídos, é aquela mãe - indigna do título de “mãe” - com a sua leva de sete filhos quando um começa a cafungar e gritar: “Mamãe, eu quero fazer xixi!!!”.

Vendo que ninguém vai deixar entrar o pivete no banheiro (respeitando uma velha máxima capitalista, onde “quem não consome, não tem direito a nada”), a mãe, desprovida de qualquer senso de pudor abaixa as calças do garoto e diz: “Faz aí no muro mesmo, satanás!”. E lá vai o pivete mijando o muro, para nojo da maioria e a alegria de um viados pedófilos imaginando “mas que piroquinha bonitinha…” [/Costinha]. E se você, leitor, disser “ah, mas é só uma criança…”, lembre-se que estas crianças crescem e continuam mijando nos muros, de preferência, nas ruas em época de carnaval e nos estádios (ou você achava que aquela diferença de nuance à meia-altura de cores da parede era algo projetado, hein?).

Bem, é isso. Meu ódio declarado aos jecas foi declarado e posto em parágrafos (dá até para fazer um código, imagine). Pena que isso jamais será extinto, pois cada vez mais vez matutos para a capitarrr e os filhos destes vão gostando do cheiro de bosta de cavalo das terras natais de seus pais.

E se eu vou “pular fogueira”? Nada. Tõ mais para levar um rojão na cara nestas próximas semanas. E eu sei que vou me queimar nessa…

Não chora, não chora, não chora…

Uma imagem vale mais do que mil palavras…

Um aviso

Ei você que tá namorando. Sim, você mesmo.

Já torrou as suas economias arrumando um presentinho para o seu “amor”? Então este post é dedicado a você, amiguinho.

Espero que todos vocês tenham câncer no reto causado pelos celulares ou urticária pelas roupas em que queimaram o resto de grana. Vai pagar um jantar? Cuidado com as velas acesas…

Há coisas mais importantes do que esta data vendida de merda, tipo rir de um corinthiano ou fazer um trabalho importante.

E nem façam nenhum comentário. Vão se foder.

Uhhhhh…

Booty dance é uma das coisas mais fodas já inventdas pelas nossas mocinhas finas de bom trato.

Ao som de Pantera? Melhor ainda!