Você, homem realizado na vida, tem um filho?
A dica é a seguinte: Faça ele brincar, mas com algo condizente a sua situação de menino, como bonecos de ação, LEGO, soltar pipa, “trepar” em árvore, escalar cerca, dar rasteira, polícia e ladrão, “o quebra” (também conhecido como “porradobol” ou “futebol kombat”), jogar bola no campinho, no meio da rua…
E se é pra jogar futebol, é também pra torcer para um time, para ir ao estádio, para deixar o moleque mandar toda a zaga do time pra puta que vos pariram sem remorso algum. E se é pra torcer, é pra torcer pra time sem frescura, já que todo tricolor se queima.
E quanto a mulher? Ah! Mostre a ele que ela é o que há de bom. Assine tudo que é revista de “mulé pelada” para ele ver, ou compre aquelas revistinhas especializadas em putaria. (Playboy só se a edição for especial, por que já nem mostra mais uma mulher, e sim um trabalho impecável de photoshop).
Muitos vão reclamar por que do teor tão machista deste post até agora. Mas isto que citei agora é o mínimo para ser feito a algum moleque para que não aconteça o que aconteceu neste causo que me lembrei, em um dos meus lapsos de memória, que vou lhes contar agora:
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Eu estava na casa da minha avó, jogando Mario Kart 64 com um primo (aliás, jogando não. Duelando violentamente!) enquanto na mesma sala estava outros dois primos pivetes. Um era doutrinado segundo os preceitos já citados, sendo até um garoto naturalmente violento. Agora o outro…
Eles estavam desenhando. Uma hora o primeiro se levanta e pergunta:
“Hey, Junior (nome fictício). Eu desenhei uma mulher…” Era um típico desenho primário, feito de palitos, com dois círculos representando os seios e um frisado na cabeça para os cabelos longos. “… e você? O que fez?”
O baitola menino todo feliz levantou o papel e berrou:
- “Eu também desenhei uma mulher, mas a minha é melhor! Ela tem uma piroca!
O silêncio foi geral. Uma mulher com piroca? Piroca? A idéia é mais horrenda do que o verbete, e a criança só queria saber da tal “piroca” (talvez ouvida pelo grupo de mulheres anteriormente citadas) ficou latente na sau cabeça. E o pior, o desenho mostrava algo próximo da realidade – posição, tamanho, etc. – daquilo.
Depois dessa a vontade que deu foi de dar umas porradas tão bem dadas no moleque… só não fiz por que a mãe estava por perto e eu não queria merda pra mim. Mas fiquei muito na vontade por vários meses.
Pelo menos o pai dele percebeu que ele estava “fresquinho” demais e endureceu a disciplina. Hoje este garoto já não é aquele protótipo de “biba” que era antes, tá bem encaminhado. Pelo menos isso.
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Pois então… é bom ter cuidado senão aquele garotinho criado com leite com pêra acaba virando a vergonha da família.
E antes que você diga: eu não sou homofóbico, mas acho que esta decisão de ser ‘homo’ precisaria de uma maturidade mental. Não adianta aquele menino criado feito menina virar um hetero, para contrariar-se e ficar em dúvidas consigo mesmo. Se quiser ser gay, que seja por conta própria e não por criação.
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