Arquivo para a categoria 'Mulher'

25
Jul
09

Quando dois mundos se colidem

Todo mundo aqui tá cansado de saber qual é a minha preferência musical e das coisas que ela implica. E apenas o fato de gostar de um tipo de música me garante, de maneira pejorativa, ou não, a alcunha de “metaleiro”. E isto se complica por que os metaleiros são minoria em uma terra que o mais importante ir pro forró ou pra micareta, beber até cair – e depois levantar -  e ir, mais tarde, para o ‘vuco-vuco’, também conhecida como ‘trepada em motel barato’. Mas quando há, em algum momento, pelo motivo mais variado, uma união de seres de facções diferentes, de sub-culturas diferentes?

O título deste post diz tudo: “Quando dois mundos se colidem” (When two worlds collide, uma música do Iron Maiden – do pior disco deles, mas é do Iron) ilustram bem uma situação que estou vivendo nos últimos tempos. Sou um exemplo de um mundo dito por tantos como “negro”, os dos metaleiros, que, segundo os mais retardados ortodoxos, ficam doidos de tanto “banguear” a cabeça, cantam músicas satânicas e sacrificam meninas virgens jogando RPG. O que é uma grande mentira, já que eu não faço nada disso – exceto a parte de headbang, por que às vezes me dá uma puta tontura – nem sou um black-metal norueguês que queima igrejas. Eu me visto com roupas normais, apesar que o preto é uma preferência mas tenho outras cores disponíveis, escuto outros tipos de música – erudita, pop-rock, até umas de dance são tragáveis – e frequento locais considerados “celeiros de acéfalos”, também conhecidos como academias de ginástica. E nem fumo e nem uso drogas, como muitos acham ou desconfiam.

Não estou interessado em comprar o abadá da Ivete ou do Chiclete, ou o décimo-quinto show do ano do Aviões. “Mas vai ser em cima de um disco voador…”. Fodam-se todos eles! Prefiro pegar meu dinheiro e “investir” em cerveja e, quando há oportunidade, para ir aquele show único do caralho (como o do Iron Maiden, que ainda irei contar aqui). E ter que sobreviver em um mundo dominado pelas fezes musicais, dominadas por rádios que só querem mais audiência com menos conteúdo, era uma tarefa árdua. Ou você acha que era fácil andar de ônibus e na rádio tocar “na boquinha da garrafa” a todo volume? E ter que suportar a burrice dos ouvintes ao responder questões idiotas tipo:

… valendo uma batedeira, um ferro de passar roupa, um celular pré-pago da ALÔ, uma cafeteira e um vibrador king motumbo size, todos oferecidos pela loja Pintinho do Costinha, onde toda venda é uma piada, pergunta:

Quem descobriu a América? Foi Cristóvão Co…
A) Maminha
B) Acém
C) Filé
D) Lombo
E) Alcatra

“… é… seu moço… eu tô na dúvida entre a cê e a dê, moço…”

É muito escroto isso, não acham? Ainda bem que criaram os mp3 players e iPods da vida, uma salvação mental de um pouco mais de 50 gramas.

Mas o que vem ao caso é quando há um interesse em uma outra pessoa. Interesse sexual, já que o amor é um prenúncio de um desejo vestigial, do macho pela fêmea, pela vontade ancestral que você carrega em seus cromossomos de “comer” alguém. Eu, por exemplo, não sou o seletivo na hora de escolher uma garota para desejar (a não ser que a opção dela por algo seja extremamente escancarado, tipo emos ou cristãos ortodoxos loucos) e, como já disse anteriormente, o “mercado” tá com a balança mais cheia para o lado das que curtem as putarias das casas de forró e axé. Eu estou com este dilema por que no meu convívio pessoal tenho alguns casos de pessoas que vivem mundos opostos, mas que se gostam quando estão em estado neutro.

Às vezes há uma certa passividade, como conhecer o território inimigo (aliás, me lembrem de contar sobre a vez que fui para um show de forró), ouvir algumas coisas – como se não as ouvisse passivamente – e se “enturmar com a galera descolada”. Mas para mim é como estar em um local que não me faz sentir conforto, como não estar com os meus.

E a dificuldade de manter um relacionamento se estabelece, o casal se separa e se afasta, já que os dois não se entendem – a não ser que aquele sentimento cruel chamado “amor” apareça, pregue uma peça nas mentes do casal,e eles se juntem do jeito que der. É isto que eu sinto agora, sentado em frente a um computador comendo biscoito, enquanto as gatinhas (algumas que leem este blog) estão no forrozão, ou na micareta, lugar que tenho asco de ir. Promover o amor em pessoas diferentes, de mundos diferentes, é tão complicado quanto resolver a paz entre árabes e judeus.

Que merda, né?

19
Jul
08

Casamento? Jamais!

Me perguntaram em um deste dias se eu pretendia, em um futuro próximo, me casar. A resposta? Um curto e grosso “não”. Por quê? Por que não, oras.

Eu já vi vários casamentos onde a noiva entra radiante de tanta felicidade. Não é pra menos. Ela conseguiu prender o noivo dentro de uma gaiola invisível e intocável, e para escapar é muito complicado (é só ver a “felicidade” do noivo). Sabe aquela piadinha do “por quê a noiva entra de branco e o noivo de preto”? É bem por aí.

Aquele “não” no início do post é uma resposta curta, mas os meandros que levam a ela justificam tanta negação. Para começar, olhe os exemplos da nossa sociedade: O número de divórcios cresce todos os anos, fora aqueles que entram em litígio judicial (para os burros leigos: que não é resolvido “na paz” e vai para a vara judicial, sem trocadilhos).

E os casamentos de fachada? Se você viu aquela propaganda da cerveja Nobel, não aquela daquela que não liga depois de “dar” ou a do charuto, e sim a que se refere ao casamento pode entender. Tem gente que vive com quem não ama só por ’status’ ou por pura vergonha de chutar o balde. São dez, vinte, trinta, cinquenta anos aturando um chato(a) dividindo sua cama, o cúmulo para o ser egoísta que vive dentro de cada um de nós (também conhecido como o ego argentino).

Fora os mau exemplos que eu vejo, como, por exemplo, os casamentos-relâmpago: O cara conhece a mina e ele afirma que é a mulher da vida dele, namoram por menos de três meses e já querem se casar, montam planos mirabolantes para o futuro e para um casamento faraônico, onde os pais vão gastar uma grana alta para forrar o bucho de duas ou três centenas de convidados, fora a igreja e suas taxas abusivas para tudo. Depois dessa porra toda e da lua-de-mel, um mês depois o casamento simplesmente acaba! O casal se odeia, não querem ver um ou outro nem “pintados de ouro”, como duas crianças birrentas. Isso lá é estímulo para casamento?

E ainda tem que se considerar que o casamento é, praticamente, uma sentença de prisão perpétua! Você deixaria a sua vida social, os seus amigos, as suas baladas, viagens e, no caso dos homens, suas “escapadas”? É difícil você ter que ficar na rotina de ver seu parceiro todos os dias do resto da sua vida, vendo que este vai ficando mais feio, mais gordo e mais chato!

E quando tem filho no meio? Não sei quem disse, mas “o primeiro sinal do início do fim de qualquer casamento é no primeiro choro na madrugada da sua cria” é um fato! E os problemas crescem com a idade, junto com os gastospara sustentá-lo…

Porra, como eu ia esquecer o combustível deste motor beberrão? O dinheiro é o que mantém o casamento! Sem dinheiro o “amor” acaba e começa a briga. Já viu que a maioria dos casais que chegam as míticas bodas de ouro são finaceiramente tranquilos? Alguém já viu um casal que mora na favela que chegue às mesmas bodas? Eu nunca vi. E se já é difícil se sustentar sozinho, quanto mais acompanhado por uma velha feia e rabugenta?

Para finalizar, o caro leitor pode sucintar uma pergunta infantil, mas necessária: Onde está o amor? Bem, eu não sou o cara correto para falar de amor, aliás, niguém o é, senão teríamos vários especilistas em assuntos do amor em colunas de jornais e televisão. Mas por causa de uma sede de interesses falta aqule sentimento de amizade entre amantes, por que antes deles serem um casal de idiotas, eles eram um casal de amigos, mas isso ninguém lembra na hora de partilhar os bens.

Sabe qual é a melhor dica: Namore a vida inteira, mesmo que seja com um(a) mesmo(a) parceiro(a) para o resto da vida e façam deste relacionamento uma grande festa. Eu só não posso entrar em detalhes por desconhecimento neste assunto.

E fuja da igreja a qualquer custo, a não ser se você quiser trepar em suas escadarias. Vai lá campeão!

29
Mar
08

Teorias sobre o bicho Mulher (beleza)

A beleza torna sempre a virtude mais amável.
(Vírgilio)

- AIIIII…. eu tô “pôdi” nessa foto, apaga, apaga, apaga!!!!

- Num gostei dessa foto, tô com os peitos tão pequenos…

- Eu tô horrível, com essa bocona! E a bunda toda mucha! arrrgh!

Essas frases eu cansei de ouvir de modelos femininos depois de mostrar o resultados de minhas fotografias (para falar a verdade, de apenas uma modelo, já que outras garotas tem medo de que eu as fotografe unicamente para fins onanistas…). Sempre há um defeito, uma pequena falha que faz com que a garota se sinta uma coisa horrível, mesmo que todos que a vêem digam o contrário.

O que é belo é bom e o que é bom depressa será também belo.
(Safo)

Mas qual seria o que poderia der chamado de algo bonito? A ‘beleza’ segue uma mesma linha do que a ‘verdade’: ambas são temporais, vão mudando de acordo com a sociedade em que vivemos e com os altos valores que mudam com o tempo. Até 150 anos atrás, ser gordinha era considerada uma primazia de beleza e lascívia, ja´que dava o sinal que estas eram bem alimentadas e, por tabela, de família rica, tanto que muitos quadros de nú artístico da época retratam mulheres com coxas flácidas e “pochetinhos”.

Pintura do século XIX (cadê o corpo sarado, torneado?)

O conceito de beleza hoje é múltiplo, varia para que “destino” a modelo siga: para o mundo da televisão e cinema (qual seja o estilo), a mulher torneada, musculosa, de corpo atraente e sensual (por que sexo dá audiência!).
Lembra-te de que as coisas mais belas do mundo são também as mais inúteis: os pavões e os lírios, por exemplo.
(John Ruskin)

Mas para o mundo da moda, fotografia e mídia em geral, a beleza tem um padrão Adobe™. Adobe™? Você deve estar se perguntando o que tem esta marca a ver com a beleza moderna. Tudo! Qual o produto mais famoso desta empresa? O Photoshop! É ele que faz que uma humana tenha ares de um ser perfeito, equilibrado, belo e, por consequência, irreal!

Uma coisa bela persuade por si mesma, sem necessidade de um orador.
(William Shakespeare)

É nessa hora que eu me lembro de uma campanha fantástica da marca de sabonetes Dove. Ela mostra o processo do que a mídia mostra como seria o ‘padrão de beleza’ que ela vende, onde crianças e moças vêem com um ideal a ser alcançado, mesmo que seja impossível

Voltemos ao caso da minha modelo: ela se queixa de tudo que há no corpo dela, apesar de que eu fique o tempo todo contrariando, falando que é besteira dela e que ela é linda do jeito que é. Talvez ela ache que seja o fato do amor (e que ela ache meio bobo da minha parte) que eu sinto, mas não é. Todos que olham as fotografias e a conhecem pessoalmente reconhecem a sua beleza, não aquilo que todos nós vemos e temos que engolir goela abaixo na mídia em geral, mas aquilo que as nos faz admirar… e suspirar…

O belo é o esplendor da ordem.
(Aristóteles)

Vai ser difícil socar nas cabecinhas das meninas desesperadas por uma beleza inalcançável o conceito do ‘belo’, do ‘admirável’. E aquelas frases lá no começo do post serão respostas infundadas.

Se tens a beleza simples e mais nada, tens quase tudo o que Deus fez de melhor. (Rudyard Kipling)

Eu ainda acredito nisso.

p.s.: Dedicado a uma leitora deste blog, que vive reclamando, mas não me vai fazer mudar a idéia a respeito dela. A idéia que ela é linda demais!

08
Mar
08

Um dia como outro qualquer.


“Sabe o que é melhor que ser bandalho ou galinha? Amar. O amor é a verdadeira sacanagem”.
(Tom Jobim)

É engraçado o que é este mundo de merda. Hoje é o dia internacional da mulher, instituído pela ONU (a mesma que fez a maior burrada em conjunto da história) na década de 70 para homenagear o “sexo frágil”. Mas fica a dúvida: Hoje é o dia da mulher. E os outros 364 (ou 365 em anos bissextos)?

Numa passeio hoje de manhã pela minha cidade, vi muitos camelôs vendendo flores para os maridos/namorados entregarem para as suas mulheres… agora imagine a cena: O cara compra uma flor de plástico e chega em casa, naquele pileque, e proclama:
- Receeeeba as floooores que te dooooooou…
E a mulher, “de fina delicadeza”, devolve:
- Enfiiiiiiiia no cu que já murchoooooouuuuu…

Nos shoppings é recepção com trio de violino/cello/baixo, mais flores, bombons, poemas da Cora Coralina… coisa de praxe. E parabéns pra cá, e parabéns pra lá… um saco só… O que me deixa puto é que esta data é meramente comercial, deixou-se de lado o sentimento.

Na minha opinião, se quer agradar a sua garota, esqueça este dia e a trate como trata como nos outros dias. O que elas gostam mesmo é de uma surpresa, uma coisa especial numa data não predeterminada, como uma segunda-feira, por exemplo. E a beije, transe e ame, como diria Chico Buarque, “como se fosse a última”.

Mas se você já comprou aquela flor do camelô… bem… o melhor a fazer é enfiar no seu cu murcho.

07
Mar
08

Teorias sobre o bicho Mulher (maquiagem)

Lembra-te de que as coisas mais belas do mundo são também as mais inúteis: os pavões e os lírios, por exemplo.

(John Ruskin)

É necessidade de toda garota/mulher (e também de drag-queens e emos, para fazer aquela “gotinha” ridícula) se mostrar que é bonita, mesmo quando não se é. Aí que entra o poder da cosmética com suas soluções mirabolantes em formas líquidas, sólidas e gasosas, como o blush, o batom, o lápis, o rímel, o delineador, o… o… porra! Quanta coisa vocês usam, hein?

E para guardar tudo isso? Tem a soloção de colocar toda a acarga em cima de um armarinho, que tem um espelho para o momento da aplicação, o famoso bibelô-de-puta. Ainda tem aquelas moderninhas, que compram o estojo de maquiagem, com adereços da barbie ou hello kitty, que mais parece um megazord dos power rangers exclusivo da ranger rosa. É cheio de apêndices para os pós, os líquidos, as pinças, et cetera.

Mas o que mais me intriga é o fato do ato maquiagem ser quase um ritual, uma missa, para ser mais exato. Não sei como se perde tanto tempo apenas para melhorar a beleza. Nós homens só passamos um perfume, um desodorante, uma loção pós-barba se necessário. A mulher, na linguagem típica de mestre-de-obras, aplica aquele reboco e depois uma demão de tinta para firmar… é inacreditável o que é complicado este ato singelo de “se pintar”.

Digo isso por experiência própria, como nesnte pequeno “causo” que vou contar:

————————————————————————————–

Era um dia como qualquer outro, no final das minhas férias, então o telefone toca: Era uma mina querendo me levar para o shopping. Marcamos um horário: 14:00 nos encontraríamos. Eu me arrumei, perfumei, me dei uma trato; todo pronto fui ao local combinado. Cheguei, com uma pontualidade britânica, às 14 horas, e nada da garota no local. Depois de 20 minutos, debaixo de um sol nórdico delicioso, a paciência acabou. Liguei para ela:

- Muié! O que é que tu tá fazendo?
- Calma, meu amor, só tô retocando a maquiagem…
- Retocando a maquiagem ou o reboco da parede?
- ¬¬! Calma, que daqui a dez minutos eu já tô chegando.

(20 minutos depois)

- Mas tu é muito safada! Tu num disse que chegaria em dez minutos?
- Calma! Eu já tô chegando… só tô colocando o blush, tá?
- …

E às 15:00 ela chega, com uma roupa simples e uma maquiagem mais simples ainda. A vontade de esganar ela foi grande (só não o fiz por que eu adoro ela e tenho “planos” melhores para serem aplicados). Só perguntei o por quê da demora. A resposta?

- Eu só coloquei um “blushezinho” e uma batom neste tempo, nada demais…

————————————————————————————–

Essas mulheres só nos fodem… e ainda arrumam jeito para sair por cima. Incrível!

19
Fev
08

A boa do momento

Olá, meus poucos leitores.

Já que quase ninguém vê este blog, pensei: “ora, que mal faria eu falar de maneira bastante provocativa sobre uma ninfeta de seus 16 anos?”. Olhei para o teto enquanto ouvia Jethro Tull e degustava um bom vinho, até que me deu “aquela luz” e eu disse:

FODA-SE!

Então vamos lá: Lembram de tempos remotos, nas manhãs do SBT, do Bom Dia e Cia.? Da época do Kauê e da Jéssica? Se não se lembra, vai um refresh na sua mente. E se você nunca viu, não perdeu nada.

Pues bien. Era ridículo este garoto tele-prompter tentando interagir com a garotada, uma lástima. Eu só via quando a Jéssica mostrava sua (fraca) desenvoltura, porém atiçando a imaginação masculina com tendências pedófilas a propor o que esta menina se tornaria daqui a poucos anos. Eis que as cartadas do senhor Abravanel tiraram esta moça o ar.

Os anos se passaram, e alguém ficou curioso em saber a “quantazanda” a garota. Eis que a rede mais famosa de relacionamentos mostrou que ela tinha um profile! E que tinha fotos! Muitas fotos! Muitas fotos que nem essa:


SIM! Esta é a Jéssica! Se você é macho (ou lésbica, by the way…) deve ter soltado um grande “CARALHO, QUE CAVALA!” desta sua boca. Valeu o meu momento onanista desta madrugada e, talvez, das próximas!

E viva a explosão hormonal!

14
Fev
08

Teorias sobre o bicho Mulher (cabelos molhados)

Inicio esta série sobre este animal classificado como a fêmea do homem, mas que por si só já é um caso a parte. Tem coisas que são incompreensíveis em relação com este ser e que nós homens, machos da nossa espécie, temos que entender paar dar possibilidade e uma aproximação, que tem unicamente a intenção de cruzamento sem fins de obtenção de prole (em outras palavras, para chegar na mina, conquistá-la e “comê-la” por apenas prazer).

Mas tem coisas na mulheres que são difíceis de entender. Estas teorias colocarão isto em aberto. A primeira delas é por que diabos as mulheres deixam o cabelo molhado?

Digo isso por que hoje me encontrei em uma sitação bastante desagradável em relação a este fato: Fim de tarde, ônibus superlotado, mas pelo menos eu estava sentado (o que é um milagre). Eis que surge uma mulher, feia pra caralho, que vinha para sentar no meu lado. Só por isso eu pensei “nossa cara, que bosta! uma baranga sentando no meu lado… quem dera fosse uma gatinha…”. Então esta mulher dá um senhor jogo de pescoço e lança seu rabo-de-cavalo para o lado, o meu lado, diga-se de passagem.

Neste movimento suave como o acasalamento de um coelho, esta puta lança uma chuveirada inteira na minha cara, junto com partes de uma gosma, talvez um condicionador vagabundo que só sirva para baixar o cabelo pixaim! PUTA QUE O PARIU! Melou toda a minha cara e sujou meu óculos por inteiro! A raiva foi tão grande que deu vontade de arrancar a cabeleira pela raiz e enfiar, com muito jeito, no rabo daquela nojenta. E com areia! Pena que se eu fizesse isso eu seria com toda a certeza linchado, já que as pessoas gostam de se meter em uma briguinha casual.

Bem… o que eu queria entender é: o que faz uma mulher sair de cabelo molhado pelos cantos? É refrescante? É bontinho sair com aquela poça liiinda nas costas? Sair rebolando os cabelos parecendo um cachorro molhado tentando se secar? Não sabe fazer aquele “turbante” na cabeça, para secar os cabelos? Já ouviu falar de um “SECADOR DE CABELOS”?

Sabes o que é isso, guria?

A mulher é um bicho difícil, mas não só por isso. Aguardem que ainda aparecerão mais teorias para descarregar a minha revolta…

(ou não…)

22
Fev
07

Para os anais da televisão brasileira

mostre isso para a sua namorada/amante/ficante. Talvez ela tope!

[ouvindo: System of a Down - Cigaro]




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