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25
Jul
09

Quando dois mundos se colidem

Todo mundo aqui tá cansado de saber qual é a minha preferência musical e das coisas que ela implica. E apenas o fato de gostar de um tipo de música me garante, de maneira pejorativa, ou não, a alcunha de “metaleiro”. E isto se complica por que os metaleiros são minoria em uma terra que o mais importante ir pro forró ou pra micareta, beber até cair – e depois levantar -  e ir, mais tarde, para o ‘vuco-vuco’, também conhecida como ‘trepada em motel barato’. Mas quando há, em algum momento, pelo motivo mais variado, uma união de seres de facções diferentes, de sub-culturas diferentes?

O título deste post diz tudo: “Quando dois mundos se colidem” (When two worlds collide, uma música do Iron Maiden – do pior disco deles, mas é do Iron) ilustram bem uma situação que estou vivendo nos últimos tempos. Sou um exemplo de um mundo dito por tantos como “negro”, os dos metaleiros, que, segundo os mais retardados ortodoxos, ficam doidos de tanto “banguear” a cabeça, cantam músicas satânicas e sacrificam meninas virgens jogando RPG. O que é uma grande mentira, já que eu não faço nada disso – exceto a parte de headbang, por que às vezes me dá uma puta tontura – nem sou um black-metal norueguês que queima igrejas. Eu me visto com roupas normais, apesar que o preto é uma preferência mas tenho outras cores disponíveis, escuto outros tipos de música – erudita, pop-rock, até umas de dance são tragáveis – e frequento locais considerados “celeiros de acéfalos”, também conhecidos como academias de ginástica. E nem fumo e nem uso drogas, como muitos acham ou desconfiam.

Não estou interessado em comprar o abadá da Ivete ou do Chiclete, ou o décimo-quinto show do ano do Aviões. “Mas vai ser em cima de um disco voador…”. Fodam-se todos eles! Prefiro pegar meu dinheiro e “investir” em cerveja e, quando há oportunidade, para ir aquele show único do caralho (como o do Iron Maiden, que ainda irei contar aqui). E ter que sobreviver em um mundo dominado pelas fezes musicais, dominadas por rádios que só querem mais audiência com menos conteúdo, era uma tarefa árdua. Ou você acha que era fácil andar de ônibus e na rádio tocar “na boquinha da garrafa” a todo volume? E ter que suportar a burrice dos ouvintes ao responder questões idiotas tipo:

… valendo uma batedeira, um ferro de passar roupa, um celular pré-pago da ALÔ, uma cafeteira e um vibrador king motumbo size, todos oferecidos pela loja Pintinho do Costinha, onde toda venda é uma piada, pergunta:

Quem descobriu a América? Foi Cristóvão Co…
A) Maminha
B) Acém
C) Filé
D) Lombo
E) Alcatra

“… é… seu moço… eu tô na dúvida entre a cê e a dê, moço…”

É muito escroto isso, não acham? Ainda bem que criaram os mp3 players e iPods da vida, uma salvação mental de um pouco mais de 50 gramas.

Mas o que vem ao caso é quando há um interesse em uma outra pessoa. Interesse sexual, já que o amor é um prenúncio de um desejo vestigial, do macho pela fêmea, pela vontade ancestral que você carrega em seus cromossomos de “comer” alguém. Eu, por exemplo, não sou o seletivo na hora de escolher uma garota para desejar (a não ser que a opção dela por algo seja extremamente escancarado, tipo emos ou cristãos ortodoxos loucos) e, como já disse anteriormente, o “mercado” tá com a balança mais cheia para o lado das que curtem as putarias das casas de forró e axé. Eu estou com este dilema por que no meu convívio pessoal tenho alguns casos de pessoas que vivem mundos opostos, mas que se gostam quando estão em estado neutro.

Às vezes há uma certa passividade, como conhecer o território inimigo (aliás, me lembrem de contar sobre a vez que fui para um show de forró), ouvir algumas coisas – como se não as ouvisse passivamente – e se “enturmar com a galera descolada”. Mas para mim é como estar em um local que não me faz sentir conforto, como não estar com os meus.

E a dificuldade de manter um relacionamento se estabelece, o casal se separa e se afasta, já que os dois não se entendem – a não ser que aquele sentimento cruel chamado “amor” apareça, pregue uma peça nas mentes do casal,e eles se juntem do jeito que der. É isto que eu sinto agora, sentado em frente a um computador comendo biscoito, enquanto as gatinhas (algumas que leem este blog) estão no forrozão, ou na micareta, lugar que tenho asco de ir. Promover o amor em pessoas diferentes, de mundos diferentes, é tão complicado quanto resolver a paz entre árabes e judeus.

Que merda, né?

16
Jul
09

Leite com pêra

Você, homem realizado na vida, tem um filho?

A dica é a seguinte: Faça ele brincar, mas com algo condizente a sua situação de menino, como bonecos de ação, LEGO, soltar pipa, “trepar” em árvore, escalar cerca, dar rasteira, polícia e ladrão, “o quebra” (também conhecido como “porradobol” ou “futebol kombat”), jogar bola no campinho, no meio da rua…

E se é pra jogar futebol, é também pra torcer para um time, para ir ao estádio, para deixar o moleque mandar toda a zaga do time pra puta que vos pariram sem remorso algum. E se é pra torcer, é pra torcer pra time sem frescura, já que todo tricolor se queima.

E quanto a mulher? Ah! Mostre a ele que ela é o que há de bom. Assine tudo que é revista de “mulé pelada” para ele ver, ou compre aquelas revistinhas especializadas em putaria. (Playboy só se a edição for especial, por que já nem mostra mais uma mulher, e sim um trabalho impecável de photoshop).

Muitos vão reclamar por que do teor tão machista deste post até agora. Mas isto que citei agora é o mínimo para ser feito a algum moleque para que não aconteça o que aconteceu neste causo que me lembrei, em um dos meus lapsos de memória, que vou lhes contar agora:

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Eu estava na casa da minha avó, jogando Mario Kart 64 com um primo (aliás, jogando não. Duelando violentamente!) enquanto na mesma sala estava outros dois primos pivetes. Um era doutrinado segundo os preceitos já citados, sendo até um garoto naturalmente violento. Agora o outro…

Eles estavam desenhando. Uma hora o primeiro se levanta e pergunta:

“Hey, Junior (nome fictício). Eu desenhei uma mulher…” Era um típico desenho primário, feito de palitos, com dois círculos representando os seios e um frisado na cabeça para os cabelos longos. “… e você? O que fez?”

O baitola menino todo feliz levantou o papel e berrou:

- “Eu também desenhei uma mulher, mas a minha é melhor! Ela tem uma piroca!

O silêncio foi geral. Uma mulher com piroca? Piroca? A idéia é mais horrenda do que o verbete, e a criança só queria saber da tal “piroca” (talvez ouvida pelo grupo de mulheres anteriormente citadas) ficou latente na sau cabeça. E o pior, o desenho mostrava algo próximo da realidade – posição, tamanho, etc. – daquilo.

Depois dessa a vontade que deu foi de dar umas porradas tão bem dadas no moleque… só não fiz por que a mãe estava por perto e eu não queria merda pra mim. Mas fiquei muito na vontade por vários meses.

Pelo menos o pai dele percebeu que ele estava “fresquinho” demais e endureceu a disciplina. Hoje este garoto já não é aquele protótipo de “biba” que era antes, tá bem encaminhado. Pelo menos isso.

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Pois então… é bom ter cuidado senão aquele garotinho criado com leite com pêra acaba virando a vergonha da família.

E antes que você diga: eu não sou homofóbico, mas acho que esta decisão de ser ‘homo’ precisaria de uma maturidade mental. Não adianta aquele menino criado feito menina virar um hetero, para contrariar-se e ficar em dúvidas consigo mesmo. Se quiser ser gay, que seja por conta própria e não por criação.

29
Ago
08

Humor negro

Escravo.

Eu não vou perder meu tempo mostrando a definição desta palavra, pois se você tem um mínimo de conhecimento da vida, deve saber do que se trata. É considerado algo pejorativo e repudiado, algo que jamais deve ser dito e jamais proferido a alguém.

Só que este idiota que vos fala acabou cometendo esta besteira. Acabei chamando uma pessoa de “escravo”, e com um agravante: esta pessoa era “negra”.

Era para ser apenas um trote para recepcionar os calouros, mas virou um sufrágio. Na hora que este ia ser “batizado” (para quem não sabe, é se ajoelhar no chão e tomar alguns segundos de cachaça direto da garrafa) acabei soltando um grito impensado de “escravo”. Outros acabaram repetindo o mesmo grito ou criando algo similar (como “olodum” ou “timbalada”), mas o escravo soou mais forte. Na hora foi só risada e alegria, tanto que o que recebeu este termo nem ligou para o que falavam e continuou na festa, bebeu alegremente e ficou extremamente “bodado” depois de tantas doses etílicas.

A história poderia ter terminado aqui, mas não foi bem assim.

No grupo eletrônico de discussão (aqueles e-mails de grupos), postou-se uma crítica, de alguém que se diz moralista, mas que na verdade é uma pessoa sectária e, por consequência disso, idiota. E foi lembrado, por outros alunos, o caso do “escravo”, dizendo quanto isso foi pejorativo. Eu, como não sou covarde, falei que fui eu que comecei isto, que pedi desculpas sinceras ao que foi “ofendido” e que este aceitou elas, dizendo ainda que aquilo não foi nada demais, que fazia parte do espírito da festa.

Mas como este mundo de merda não permite coisas simples, logo apareceram os “justiceiros”, me condenando com extrema força por algo que já havia sido diplomaticamente resolvido. Agora eu que vou ser vítima de um preconceito implícito dentro do ambiente de estudo. Vai ser foda ver todos que passarem por você querendo negar um papo, uma trovca de informaçoes ou um diálogo saudável por que eu é um racista.

Vão ser longos meses…

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Estive pensando enquanto rolava este debate, em que eu vou perder muitas coisas, sobre qual é a vantagem de ser “branco”.

Aliás, se vocês leitores repararam, lá no segundo (ou terceiro, não importa) parágrafo que eu coloquei “esta pessoa é “negra”“, este negra, entre aspas, é importante. Por que é sabido cientificamente que não existe uma raça branca ou negra, amarela ou vermelha, e sim uma raça única, a homo sapiens, que a razão da quantidade de melanina que o indivíduo tem em sua pele faça alguma diferença no seu desenvolvimento  físico e mental. Raça superior ou inferior é coisa de gente sectarista, que só quer dividir a sociedade em vez da necessidade última de unificá-la.

E ser “branco” é ser superior? Ter uma pele fraca contra as crescentes quantidades de radiação do Sol, com risco de ter um câncer de pele? Ter doenças que outra “raça” não teria? Fora que ser branquelo é ser alvo de zoação (quer exemplos? “esqueceram você na máquina de lavar?” “qual é o sabonete que você usa? vinha com cloro na composição?” “branquelo não se bronzeia, vira camarão!”)?

Enquanto isso a “raça inferior” faz o quê? Mostra de que é feito. Só ver estas últimas olimpíadas o tanto de “negros” assombrando o mundo com o seu vigor e sua força. Usain Bolt, Kobe Bryant, dentre outros… dá para dizer que eles são inferiores?

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E se tem algo pior do que o preconceito racial é o preconceito social. Não importa o que você seja, você será destratado de uma maneira silenciosa, porém dura. E é o que vou sofrer nos próximos tempos, pelo preconceito de ser culpado por um erro, mesmo que este já tenha sido sanado de maneira simples.

E antes que digam “ah, mas você não sabe o que é preconceito” te respondo com firmeza: SIM, eu já fui alvo de preconceito! Vocês sabem o que é bullying? Então procurem saber, o Google está aí para isso. Sabe o que é sofrer durante TODA a sua infância e ter sua adolescência prejudicada por causa disso???

Esta é minha defesa. Usem-a de maneira correta e igual para todos.

10
Ago
08

Infantilidades geriátricas

Seres de meia-idade, ou “quase velhos” se preferir, são todos igauis em um ponto: na arte de encabular os mais jovens. Não podem ver um garoto e uma garota, que sejam de famílias diferentes (ou não), em um mesmo ambiente, que já começam com os “casamentos arrumados”.

O caso de hoje foi em um típico dia dos pais, em que eu, este blogueiro de merda intrépido, vai à casa de seu pai para as cordialidades em que o dia há de mostrar. Seria a programação mais simples: ir à casa, dar os parabéns ao genitor, almoçar algum prato especial com toda as boas intenções mas sem uma mínima originalidade (leia-se lasanha) e depois cair fora. Tarefa simples, não é?

Era, se não fossem os convidados. Eram apenas dois, ou melhor, duas. Era uma amiga da atual mulher de meu pai somada a sua filha. E o velho todo serelepe (gíria tão idosa quanto ele) querendo que eu me “roçasse” para cima dela:

- Mas oooooooollllllhaaaaaaaaaaaaaaa… Yu, olha que belezinha este pitéu (ai, meu pâncreas!), rapaz!

Em uma rápida olhada de dois segundos fiz uma análise: ela é tipo o que chamam de “raimunda”, não tem um rosto bonito (mas também não é um dragão chinês) mas tem um corpo curvilíneo e violeiro. O que mais se notava eram o tamanho desproporcional dos seios em relação ao corpo, tanto que ela usava aqueles sutiãs de alça larga, para gestantes. Mas o que me chamou atenção mesmo foram o número de arranhões e cicatrizes nos ombros e costas visíveis. Ao que me parece, esta garota com seus 20 e poucos anos deve ter “dado” na sua primeira vez em um muro de chapisco de cimento ou em uma cerca de arame farpado, aos berros gritando “ohhhh yes, this is jackass!”.

Enfim, voltando à linha narrativa inicial: Enquanto meu pai fica virando copo atrás de copo de cerva, eu vou me deliciar no tira-gosto. Eis que ele solta mais uma dele:

- Ei, Yu. Você não acha este filézinho (ouch!) uma delicía? Por que você não vai dar umas bitocas (too old!) nela?

Vendo o meu silêncio e minha cara toda rubra, ele completa:

- Não liga não, minha querida. Ele é só meio encabulado…

E eu começo a pensar: Quem é a criança da história? O jovem que não quer virar mais um mané, apesar que poderia pegar uma garota? Ou seria o pai que só quer exibir que seu filho é o macho pegador, que pega qualquer uma que veja pela frente, só para massager seu ego?

Ainda vai chegar o dia que ele vai ouvir umas verdades. Não sou, nunca fui e jamais serei gay, mas São Jorge também não. Eu não posso decepcionar a minha linhagem!

15
Jun
08

Matuto cosmopolita

Já que é época junina, tempo de arraiás, comidas típicas, a galera vestida de matutos… matutos? Na verdade é apenas uma foram de assumir a sua verdadeira forma, comparável a uma bichinha vestir roupas de mulher e virar uma cross-dresser.

Você acha que morar na cidade é sinônimo de gente moderna, descolada? Que tem mais educação do que aqueles jeca-tatus do interiorrrr (com aquele sotaque carregado)? Bem… não é bem isso o que acontece na realidade?

Morar nesta cidade de merda evidencia o passado interiorano de cerca de 70% de seus residentes. Se você mora nesta cidade, deve conhecer um bocado de amigos ou conhecidos que tem parentes próximos que vieram das tantas cidades distantes da grande metrópole. Tanto que em época de eleições municipais a capital fica bem mais vazia do povão que vão votar em seus “domicílios eleitorais”.

Bem que podiam ficar lá para sempre, não é?

Por que os hábitos que a matutada trouxe para a vida citadina foram devastadores. Esta cidade poderia ser bem melhor sem estas pessoas burras, amorais e acéfalas. Quer que eu diga as merdas que eles trouxeram?

Então vamos lá:

Cuspir no chão: Imagine só: você está andando na rua tranqüilamente e, vindo na sua direção, algum puto qualquer. Eis que este cara dá aquela puxada de ar, vindo com ela uma carga considerável de muco, e este vindo de um pulmão escuro e tuberculoso. Puxa a porra toda para a garganta, soltando aquele som inconfundível e com a força que resta, cospe a catarrada. A massa meio esverdeada, meio amarela é atirada a poucos de metros de você. Sentiu nojo? Agora imagine várias pessoas fazendo o mesmo, soltando escarradas dentro de carros, ônibus, táxis ou até dentro de casa! Êta povo porco e sem noção!

Falta de etiqueta: Hora do “rush”, ônibus lotado. Então sobe no veículo aquele tiozão, provavelmente um mecânico ou um feirante, gordo e cheio de “pizza no sovaco”, bem fedorenta por sinal, com a camisa desabotoada até o quinto botão, mostrando a sua floresta amazônica devastada. E ele vai avançando, dando aquela fungada para que o catarro não desça o nariz, força o espaço mínimo do ônibus para soltar aquela cusparada (ou gusparada, para os sulistas) pra fora e, dependendo do senso de putaria, aproveita as curvas e freadas é dá as famosas “pinadas” nas mulheres com aqueles bundas salientes (e provocantes).

Fora isso tudo, junte a falta de sensação de que o próprio ocupa espaço no veículo. Não respeita os limites da física e comprime contra as malditas barras metálicas, com sua barriga de cerveja reforçada com poliuretano, os pobres corpos cansados de tanto trabalho. Alívio maior quando o puto sai, sem antes testar a suspensão do ônibus, dando aquela balançada lateral no veículo. O foda, no final das contas é que o fedor fica e faz o resto da viagem ser tão ruim como começou.

Sentar na calçada: Isso nos bairros mais chiques você não vê mais, mas quanto mais se afasta do centro econômico, mais isso fica explícito. Quem nunca viu ou sentou junto com a família ou os amigos na calçada? Mas, como tudo na vida, tem o lado bom e o ruim: O bom é que, arquitetonicamente falando, a rua ganha “olhos” e deixa de ser “cega”, que é o grande problema das cidades brasileiras. O ruim? O que é que as velhas mais fazem enquanto estão sentadas nas calçadas? Fazer comentários da vida alheia, a tão maldita e abominável fofoca.

Frente de ônibus: Nessas horas que eu odeio ser pobre (pobre o suficiente para não ter um carro). Já não basta pegar o ônibus com todo o tipo de gente, que nem o que eu falei aí em cima, fora ter que ouvir (caso não tenha um santo mp3 player em mãos) aquelas músicas-lixo nos alto-falantes. Pior do que tudo isso é ter que abrir caminho entre aquele monte de velhos que estão perdidos querendo só saber “onde é que fica a parada da receita federal” e, por causa deles você tem que descer vinte quarteirões depois, depois de levar uma bronca por causa da sua mochila que deslocou a sétima vértebra de um puto velho. Pode perceber que todos os ônibus são levemente pendentes pra a dianteira, por que nenhum destes matutos podem ficar distribuídos na porra da condução. Gente burra do caralho.

Botecos: Não é aqueles mercadinhos que vendem de tudo um pouco ou aqueles barzinhos dignos em bairros nobres. É boteco mesmo, fedido, que só tem álcool nas prateleiras, desde as cachaças, seja ypióca, sapupara ou douradinha, até chegar nos velhos barreiros, 51’s ou o etílico 96%, para limpar os balcões de madeira cheios de vômito dos tantos bêbados. Na radiola, só música brega e arrastada, falando da dor de ser corno e daquela vadia que foi embora. E se tem mulher é pior ainda, já que, como já dissera um dos meus professores, “aquilo não é mulher, nem deve ser considerado como gente”. Resumindo: a mais baixa condição humana que existe. Herança do interior cachaceiro, adaptado e fodido pela cidade grande.

Pee on the street: Tão nojento e repudiável do que as dondocas levarem seus “poodles” e “bassets” para passear, deixarem aqueles cães filhos da puta cagarem nas calçadas e não recolher a merda, deixando como ímãs para os sapatos dos distraídos, é aquela mãe – indigna do título de “mãe” – com a sua leva de sete filhos quando um começa a cafungar e gritar: “Mamãe, eu quero fazer xixi!!!”.

Vendo que ninguém vai deixar entrar o pivete no banheiro (respeitando uma velha máxima capitalista, onde “quem não consome, não tem direito a nada”), a mãe, desprovida de qualquer senso de pudor abaixa as calças do garoto e diz: “Faz aí no muro mesmo, satanás!”. E lá vai o pivete mijando o muro, para nojo da maioria e a alegria de um viados pedófilos imaginando “mas que piroquinha bonitinha…” [/Costinha]. E se você, leitor, disser “ah, mas é só uma criança…”, lembre-se que estas crianças crescem e continuam mijando nos muros, de preferência, nas ruas em época de carnaval e nos estádios (ou você achava que aquela diferença de nuance à meia-altura de cores da parede era algo projetado, hein?).

Bem, é isso. Meu ódio declarado aos jecas foi declarado e posto em parágrafos (dá até para fazer um código, imagine). Pena que isso jamais será extinto, pois cada vez mais vez matutos para a capitarrr e os filhos destes vão gostando do cheiro de bosta de cavalo das terras natais de seus pais.

E se eu vou “pular fogueira”? Nada. Tõ mais para levar um rojão na cara nestas próximas semanas. E eu sei que vou me queimar nessa…

12
Jun
08

Um aviso

Ei você que tá namorando. Sim, você mesmo.

Já torrou as suas economias arrumando um presentinho para o seu “amor”? Então este post é dedicado a você, amiguinho.

Espero que todos vocês tenham câncer no reto causado pelos celulares ou urticária pelas roupas em que queimaram o resto de grana. Vai pagar um jantar? Cuidado com as velas acesas…

Há coisas mais importantes do que esta data vendida de merda, tipo rir de um corinthiano ou fazer um trabalho importante.

E nem façam nenhum comentário. Vão se foder.

23
Mai
08

Viva o espírito pirata

Conhece o The Pirate Bay? Se não conhece, já deve ter baixado alguma coisa vinda dele. Mas o melhor do que o serviço que oferecem é a forma extremamente engraçada (e sarcástica) em que eles respondem às ameaças das produtoras, distribuidoreas, artistas e o caralho que se ferram nessa história. E eles não estão nem aí, já que os servidores estão na Suécia, este país que protege seus cidadãos de interferências jurídicas externas, e que tem uma política altamente flexível quanto a que se define como “crime virtual”.

Tomemos três exemplos: O primeiro foi o da IRacing que mandou em e-mail em “.pdf” (antiquadro, não é?). A resposta foi à altura: um arquivo “.bmp” de 1MB com uma mensagem… suave.

O segundo: O PirateBay se ofereceu para custear o processo de Michael Jackson. Sim! Aquele processo em que ele foi acusado de “comer” criancinhas em seu rancho/parque particular. E no blog deles, a pergunta inevitável:

“Hey Michael, você quer que a gente pague em garotinhos, talvez?”

O terceiro foi o mais foda de todos: A DreamWorks SKG (“razão social” da DreamWorks, produtora de filmes) mandou um e-mail ameaçando processar o TPB por disponibilizar um vídeo deles (no caso, Shrek 2). Se você tiver tempo para ler, está aqui. Mas o melhor foi a resposta, algo sensacional para uma “conversação jurídica”. (Se não sabe inglês, use um tradutor.)

As you may or may not be aware, Sweden is not a state in the United States of America. Sweden is a country in northern Europe.
Unless you figured it out by now, US law does not apply here.
For your information, no Swedish law is being violated.

Please be assured that any further contact with us, regardless of medium,
will result in
a) a suit being filed for harassment
b) a formal complaint lodged with the bar of your legal counsel, for
sending frivolous legal threats.

It is the opinion of us and our lawyers that you are ……. morons, and
that you should please go sodomize yourself with retractable batons.

Please also note that your e-mail and letter will be published in full on
http://www.thepiratebay.org.

Go fuck yourself.

Polite as usual,
anakata

Caras, eu mijei de rir dessa última. Estes suecos são geniais!

E como hoje é sexta feira, vou tomar muito rum em homenagem a estes caras. Eles merecem.

17
Mai
08

Under Pressure

Não basta a sua mãe ter o trabalho de ter te posto no mundo, nem aquilo que você teve que vivenciar durante todos os seus anos de vida, de estudo, de vitórias e derrotas, de amor e ódio, de dias ensolarados e chuvosos; nem basta ter que ser algo perante a esta sociedade, esta máquina autônoma e descontrolada.

O que parece mais importante é: “Você já se encaixou em algo? Você faz parte de algo?”

Não é importante para esta máquina sanguinolenta o que você aprendeu na escola ou as coisas sensoriais que você recebe, e sim a que “tribo”, “partido” ou “rebanho” faz parte. E, o mais importante, se você faz parte da maioria, por que, se não, já será considerado como algo subversivo, algo que as crianças não devem nem ver ou sequer ouvir.

Tomarei o meu caso: Sou um estudante, sou inteligente (mas nem tanto), gosto de informática, ouço rock “pesado”, gosto de mulher e sou um cara pacato e caseiro. Isso é a visão ideal e prolixa de uma definição pessoal. A sociedade, tão carnificenta e sedenta de sangue, já dá os famosos rótulos, pré-conceitos por vaolres já tão deturpados. Resumindo, aquela definição anterior poderia ser dita simplesmente por “ele é um mané, CDF, nerd, roqueiro (metaleiro ou dorme-sujo), tarado (galinha, cafageste e, principalmente, punheteiro) e “cabaço“. Pejorativo demais, não é? Mas é assim que sou visto pelos outros, já como forma de selecionar o “trigo do joio”.

Será que esta sociedade não entende que não é bem assim? Sou estudante e inteligente, por que eu estudei muito e, para quem não nasceu em berço de ouro, é a forma mais possível de uma ascensão social, gosto de informática e games, mas eu também tenho que jogar na vida real (ou você acha que se perder sua “barra de vida” vai aparecer uma tela de “continue”?). Só por que curto heavy metal eu não posso ser considerado somente um metaleiro, já que meus outros gostos musicais (música eletrônica, rock anos 60 e 70 e música clássica) ficariam de fora? E, porra, eu gosto de mulher, oras! Melhor ser mulherengo do que virar bicha, falar fino, rebolar em banda de pagode e dar a bunda.

Ah, esqueci de falar que sou agnóstico… e como isso pesa mal pro meu lado. O singelo fato de duvidar (eu disse DUVIDAR, NÃO é NEGAR) da existência de um ser superior e de seguir seus “conceitos”. Nesta sociedade você precisa obrigatoriamente ter uma religião, apesar de estar bem expresso na nossas constituições federais que nosso Barazil varonil é um estado laico, e que o fato de você não seguir nenhuma doutrina te faz um excluído por opção, um indigente digno de vala comum.

Por exemplo, uma conhecida minha descobriu que eu era agnóstico e ela é uma participante de um de tantos grupos de jovens católicos que tem por aí. Ela já me convidou uma vez para ir “conhecer” o grupo mas eu recusei prontamente. Eu achava que isso acabaria e continuaríamos a ser amigos, cada um como o seu estilo e doutrina. O tempo foi passando e ela se embebia cada vez mais na piscina sem fim da mitologia católica, tanto que ela voltou a oferecer o convite e a insistir toda vez que eu dizia não. Ela se via como uma libertadora, falando de suas experiências extra-sensoriais, de relatos de outros iguais a ela e da maravilha que era “servir ao senhor”. Mas eu a via como uma pastora de ovelhas levando os ingênuos cordeiros para o matadouro (que no meu ver seria a perda da livre expressão, do tão dito livre arbítrio).

(Eu sei que ela vai ler este texto e vai odiá-lo, assim como o autor deste. Mas não me importo, prefiro perder uma amizade a perder minha ideologia, pois amizades você ganha, perde e, talvez, reconquiste; as ideologias não.)

Voltando ao contexto original, o mais escroto desta maldita sociedade não é somente o fato de você, em qualquer coisa, ser “A” ou “B”. Ela ainda que “A” seja diferente de “B” e que “A” odeie “B”. Mais parece aqueles bailes funk antigos (antigo mesmo, coisa da favela mesmo, não era essa coisa tão divulgada, tão próxima das camadas sociais mais altas) que soltavam logo o grito “uh é lado A, lado B é inimigo!”. Quantos não já sofreram ou até morreram por não ser parte da maioria? Quantas pessoas foram destaratadas por serem pobres, homossexuais, por gostar de um estilo de música, por torcer por um time que goste. Quantas discussões, brigas e até guerras já não foram feitas por que o outro é judeu, muçulmano, afro, agnóstico ou ateu? Ser católico é quase uma obrigação, como se não você não for “deus castiga”?

Sempre odiei as formas de religião, seja o catolicismo e suas formas forçadas de fazer as pobres crianças
serem cristãs sem questionar e adorar seus inúmeros ícones, só para agradar os pais/avós babões. Os protestantes (em especial os neo-pentecostais) que entregam deus em domicílio e que transformam seres humanos em gado, que muge alto quando está perto de quem não é dos seus. Os judeus e sua atitude de “coitadinhos” para justificar barabaridades bélicas e os islâmicos (os fanáticos) que se matam apenas para satisfazer seus líderes sedentos de poder.

Como disse há tempos atrás André Dahmer, no site Malvados: “Eu queria ter um deus em que eu não sentisse medo”.

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Ando melancólico demais, não acham? Vou ver se a partir de amanhã eu coloco coisas mais alegres aqui nesta bagaça. Mas para deixar mais confortável, fica aí o clipe, ao vivo da música que entitula este post.

Ciao!

15
Mai
08

Alarde para coisas banais

Segunda-feira.

A notícia passa desapercebida pela mídia televisiva, porém a internérdica espalhava para os quatro cantos esta notícia: A NASA (agência aeroespacial norte-americana, aquela que manda a galera pro espaço, sabe?) disse que faria um anúncio bombástico para a quarta-feira. Foi dada a largada para o ciclo de especulações e conspirações que só a internet pode oferecer.

Terça-feira.

Os fóruns estão em polvorosos! As mais loucas teorias são criadas para tentar prever o anúncio. E por falar em prever, já foram atrás de Nostradamus, para ver se já tinha uma previsão para o fim do mundo (em que já errou duas vezes) que seria no fim do calendário Maia, onde um planeta que surgiu no choque de um grande meteoro com a Terra, de onde surgiu a Lua, e que tem uma trajetória semelhante ao do nosso planeta e que, nesta data, passaria tão perto de nós que inverteria a polaridade e, no final, foderia tudo.

Ou seja: minhas crianças, parem de usar drogas. Há outras maneiras de terem sensações extra-sensoriais, como aquela música psicodélica, seja dos anos 70 ou do século XXI.

Quarta-feira.

O dia bucólico chegou. Será que nem os filmes “Impacto Profundo” ou “Armaggedon”, com som ao fundo de Aerosmith e saber que não irei comer a Liv Tyler? Que cruel!

Don’t wanna close my eyes… I don’t wanna fall asleep… ‘Coz i’d miss you baby… And I don’t wanna miss a thing!!!

E então, sai o cominicado. A sensação de “puta que pariu, era só esta besteira?” pairou sobre a cabeça de 99% dos que leram ou tiveram o trabalho de assistir o streaming lá da TV NASA (eu NÃO tive o desprazer de de me submeter a assistir isto). A tal revelação bombástica pode ser reduzida a esta imagem:

Isto, meus filhos, é uma supernova. Astrônomos entraram em êxtase por ser o primeiro registro de tal evento na história da instituição (porra, a NASA tem uns 60 anos e o universo… tem pouca coisa, só uns 15 bilhões. “Coisa jovial“, diria meu antigo professor J. A. Lemenhe). Mas você, que não entende porra nenhuma de astronomia, viu isso como uma grande futilidade. Para quê fizeram tanto alarde por uma estrela que pipocou? Enfiem esta estrela no cu, astrônomos de merda. Armaram a tenda para uma apocalipse mas só mostraram um show pirotécnico com fogos-canhão comprados em um cruzamento!

E amanhã virá a quinta-feira, mais um dia como outro qualquer. Sem supernova, Nostradamus, calendário Maia, inversão de polaridade, Armaggedon, Aerosmith e, infelizmente, sem Liv Tyler.

Pelo menos me sobra a opção de oferecer uma “dedicatória” para ela.

09
Mai
08

G.R.E.S. Unidos dos Fofoqueiros da Casa do Caralho

Maldito seja a pessoa, animal ou alma que inventou a fofoca, a mídia mais eficiente, porém a destruidora de todas. Este hábito interiorano, que deveria ter sido extinto junto com o namoro de banco de praça (agora se namora transa selvageiramente nos becos escuros) e as procissões semanais (cansaram de levar o aldor puta-que-parilmente pesado. Agora é só uma vez por ano, e olhe lá!), que foi importado para os ares metropolitanos e, até hoje, faz estragos por onde passa: ora seja acabando com namoros, casamentos e amizades, ora provocando brigas que evoluem até assassinatos e chacinas!

Eu fui para uma festa em um rodízio e depois em um bar. Esta informação foi deveras importante para sua vida? Provocou indignação? Alterou seu ciclo mestrual ou “brochou”? Esta revelação alterou o eixo do planeta Terra o suficiente para provocar o degelo de uma calota antártica que provocou uma alteração no clima causando furacões e tempestades em todo hemisfério sul? Para os seres considerados racionais, a resposta automática seria “definivamente não!”. Mas tem gente que se interessa na história alheia, não se importando
com o que isso pode causar no agente passivo da ação.

A fofoca está na cultura e na mídia, desde aquela conversa na calçada da mamãezinha indignada que o filho fica trancado no quarto por horas ou leva umas “piriguetes” para atividades saudáveis para a mente e o corpo (o que é algo muito importante para o crescimento (literalmente) e para as relações sociais (leia-se: respeito entre os seus.)), até comentar sobre um assassinato de uma criança jogada de um prédio em São Paulo.

[OFF TOPIC] Aliás, esse assunto já deu no saco. A menina já foi enterrada a mais de um mês e o assunto é vigente em toda a mídia impressa, televisiva e digital. Chegou até dois casos ridículos: Primeiro a transmissão, ininterrupta, durante algo em torno de oito horas, a reconstituição do caso. O que leva alguém ficar colado na TV vendo peritos a um quilômetro de distância apurando fatos? Alguém explica? Segundo foi a prisão daquele casal acusado, interrompendo um jogo, do Flamengo, pela Libertadores da América. Os milhões de “justiceiros” acéfalos que viram isto devem ter ficado empolvorosos, mas depois voltaram a vida real, enfiando o dedo no cu e cheirando, como fazem normalmente. Isso, continuem assitindo a Sônia Abrãao, macaquinhos![/OFF TOPIC]

O foda que os fofoqueiros acham este maldito hábito a coisa mais normal do mundo, tanto quanto estuprar crianças no sertão nordestino e não ser descoberto. Minha mãe é um exemplar desta raça nojenta. Ela passa seu tempo livre fazendo ligações para as suas irmãs, contando da sua vida e, principalmente, as dos outros. Ela ficou doente, ela conta; chutou o dedinho mindinho do pé na quina da parede, ela conta; Soltou um peido tão fedorento que nem a dona aguentou, ela já espalha e com detalhes! Sabe o post anterior (este logo abaixo) em que conto sobre o meu emprego/estágio? Foi questão de pouco menos de 12 horasde até aquela tia que mal fala comigo “me parabenizar” pelo trabalho! “Que porra de rede integrada é essa?”, pensei com
os meus neurônios, totalmente indignado.

Sabe aquele papo do rodízio-para-o-bar? Eu, sem querer, por causa da minha leve embriaguez, vazei a informação do local em que eu fui. No dia seguinte já era o assunto da ata do almoço na família. A garota (minha prima) que estava comigo ficou muito puta da vida e, por isso, tomei no cu “dicumforça”, o que acendeu chama saiyadjin dentro do meu ser para tentar levemente esganar aquela linguaruda disfarçada de mãe. Depois de uma briga de foice daquelas eu largo a pergunta aos berros:

- Mas por que caralhos você fica contando coisas da minha vida para os outros, porra?
- O que é que tem? Algum problema?

Só não enfiei meus dedos na cara dela por que eu tenho meus princípois morais, mas a vontade foi muito grande. Como ela tem audácia pra fazer algo errado e achar isso tão certo e normal?

Pior é quando fazem fofoca “telefone-sem-fio”, que confundem a informação original, tranformando em outra totalmente diferente e, claro, mais degradativa. Uma vez quase foi considerado um tarado incestuoso, por insinuar que eu tinha dito que queria comer (no sentido mais abrangente ao sexo oposto) a minha prima. Eu fiquei mal visto por muita gente, especialmente aquela velha ranzinza da avó dela, com aquela cara de cão chpando manga. Até eu esclarecer aquela porra toda foi ruim demais, e até hoje ainda reparo algumas coisas mal lapidadas daquela época.

Pensem muito antes de contar algo da sua vida a alguém. Talvez seja mais tarde “aquele babado fortíssimo” ou o carro-chefe do papo de calçada do dia, e ser o assunto não é, definitivamente, a melhor coisa para alguém. E sobre os fofoqueiros em geral, como diria o genial Nigel Goodman, FODAM-SE, SEUS MERDAS!

Amém.




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